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07/01/2019 - CANOAS - Interventores sinalizam retomar discussão sobre Convenção ou Acordo Coletivo

Além da quitação dos atrasados, o presidente do sindicato, Arlindo Ritter, destacou como dado positivo a retomada da negociação para aplicação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) firmada com o Sindihospa ou então a instituição de um Acordo Coletivo para fins de direitos trabalhistas, nos mesmos termos da CCT. Isso significa que a reposição salarial dos últimos 2 anos (o Gamp assumiu a gestão no final de 2016) deverá ser novamente discutida.

Movimento grevista do início de dezembro em Canoas, liderado pelo Sindisaúde-RS, é exemplo de como a confiança na luta sindical traz resultados para a vida do trabalhador (crédito da foto: Sindisaúde-RS / Stéfano Moura)

“Desde a entrada do Gamp jamais foi firmado um acordo coletivo ou foi sinalizado que seria observada alguma convenção vigente. Dessa maneira, poderemos negociar várias questões que ficaram paralisadas nesses anos de uma gestão extremamente crítica como foi a do Gamp”, afirmou o presidente.

A última convenção coletiva que o Sindisaúde-RS negociou com o Sindihospa foi aprovada por unanimidade pela categoria em assembleia em 23 de agosto, e tem vigência por 2 anos, até abril de 2020. Com isso, todos os direitos historicamente alcançados pelo sindicato ficam assegurados aos seus representados nos hospitais privados e clínicas até essa data – com a Reforma Trabalhista, se o sindicato não tivesse conseguido o fechamento de nova convenção, esses direitos acabariam.