Na quinta-feira (15), o Sindisaúde-RS participou de ato ao lado de trabalhadoras e trabalhadores do Projeto Campi (Centro de Atendimento Multidisciplinar Pedagógico), no bairro Santa Tereza, em Porto Alegre. A empresa, especializada no atendimento de pessoas com autismo e outras neurodivergências, teria coagido seus funcionários após uma troca de CNPJ da empresa.
Segundo relatos, a administração reuniu os trabalhadores e apresentou duas opções: pedir demissão e ser posteriormente recontratado, sem o pagamento imediato das verbas rescisórias, ou não aceitar o acordo e ser demitido, sem possibilidade de recontratação. Parte dos trabalhadores aceitou o acordo e foi recontratada, abrindo mão dos seus direitos trabalhistas para manterem seus empregos. Os que não aceitaram foram demitidos e, até o momento, não receberam sequer o salário referente ao mês...